Foto: Kelvin Thiago

Por: Letícia Rodrigues
Nos últimos dias tenho sentido necessidade de escrever sobre o ato que é ser Corinthians. E eu não falo só de ir em jogos ou coisas assim. Falo de algo maior, o Corinthians é difícil de explicar, mensurar ou seja lá a palavra que usemos para descrever. Não dá. É algo que supre aquele vazio, que levanta até defunto. Nada interessa quando o alvinegro entra em campo. E talvez isso seja o difícil de explicar aos jogadores/ comissão técnica. Partimos do princípio de que, nos designamos loucos, e acho que nem é essa a palavra que define, é algo a mais, que nos faz cantar o quanto for necessário pra empurrar, do minuto 0 aos acréscimos, a fé no gol nunca acaba. O apoio também não. Isso nos faz diferentes. Únicos.  E é aí que coisa complica, nada vai nos convencer de que é suficiente se não vemos suor, sangue no olho, vontade ou a tão replicada raça. O Corinthians é parte da nossa alma, nada é mais nosso que um vai Corinthians, ou o alívio que sentimos naquele gol aos 90 minutos da final de campeonato. O povo é sim o dono do Corinthians, somos nós que fazemos ele. A alma é essa. O recado é esse. A todos, NINGUÉM é maior que o Corinthians. Espero que todos entendam isso.